Desperate Housewives - 4.16 e 17 - The Gun Song e Free
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Um ótimo final para coroar uma ótima temporada

Cuidado: spoilers à vista.
As Housewives conseguiram com essa 4ª temporada entrarem novamente em forma. Mesmo assim ainda desapontou com os primeiros episódios pós-greve, mas nada que os três últimos não compensassem. The Gun Song e Free, episódios exibidos em sequência, fecharam a temporada. O primeiro foi mais leve e engraçado, mas já preparava o terreno para o desfecho do mistério da vez.
Resumo da ópera: Lynette me emociona; Susan me faz rir; Bree me surpreende e Gabrielle me irrita (a acho muito chata e forçada - não me batam! -, mas volta e meia ela me arranca uma risadinha - bem “dinha” mesmo). Agora destacando algumas partes…
Primeiro, Lynette é presa por causa da entiada, a dissimuladinha Kayla. Ok, aqui a gente releva os exageros (afinal o que seria da série sem eles?) e fica só com o que o caso gerou de bom. Nossa, a garota tem sérios problemas, extrapolou os limites e infernizou a vida da Lynette e deixou o pai arrasado. Estava mesmo impossível dela continuar vivendo com os Scavos. Adorei também a declaração de Tom (pós-Kayla) para a esposa em forma de lição de moral para o vizinhos gays que passavam por uma crise conjugal.

Susan e Mike em voltas da escolha do nome pro filho foi divertido, assim como Susan tendo mais uma de suas crises porquê Julie estava se “emancipando” (algo à la Gilmore Girls - até me tocou!). Só acho que às vezes (não nesses episódios) exageram no tom atrapalhado da personagem, mas ok.
Quanto ao mistério, tivemos aquele suspense e tensão pré-revelação tão peculiar de Desperate Housewives (tivemos até umas mortes básicas e flashbacks com Mary Alice). Só me pergunto como a falsa Dylan não se lembrava de nada da sua vida antes de ser adotada por Katherine? (será que eu perdi essa explicação?).
O melhor de tudo foi ver as Desperate Housewives sendo desperate housewives, em voltas da organização do casamentos dos vizinhos gays. Ainda teve elas reunidas no tradicional poker e unindo forças para defender Katherine - acho que com isso oficializaram a entrada dela para a trupe.
E os flashes da famigerada passagem de tempo? Cinco anos depois, vimos que Katherine continua no grupo; Gaby apareceu como uma mãe desesperada e descabelada (provavelmente as filhas são adotivas); Bree se tornou uma mulher de negócios de sucesso, assessorada pelo filho Andrew, e também voltou as boas com Orson (algo deve explicar como ela o perdoou); Os gêmeos Scavo deixaram de ser crianças atentadas para serem adolescentes vândalos? Coitada da Lynette, não tem sossego. E, por fim, confesso que o quê mais me surpreendeu nesse futuro foi ver Susan com outro (personagem vivido por Gale Harold, ex-Queer as Folk, que diga-se de passagem, não pareceu ter muita química com ela). Que fim levou Mike?? Incrível como eles nunca conseguem ficar juntos de boa.
Enfim, muitos ganchos para quinta temporada, que já aguardo ansiosa (é, fiz as pazes com a série. Obrigada, Marc Cherry!).
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Nossa, essa season finale foi excelente!!! Sobre o pulo de 5 anos eu tbm gostei…curti mto a cena da Gabi com suas filhas… agora, o que é aquele homem, Gale Harold, com a Susan.. (acho ele lindo demais)… agora nem gosto mais do delfino….hehehehe….eu achei a quimica deles boa sim…. abraços!!!!
Gente, a foto é um spoiler! hahahahaha!
E o melhor de todos de Desperate ainda é o John!
A foto é spoiler? sério? ela já não tva grávida no último episódio que passou no Brasil, não? rs qq coisa eu troco, rs.
acho que foi só implicância minha com o cara, pq sou total Mike e Susan, nem deu para notar se eles têm química ou não, mas que ele é novinho para ela, ah, é…rs